
Já faz bastante tempo que estamos enfrentando, discutindo, sentindo e discutindo novamento sobre um problema que está bem a cima de nossas cabeças: O BURACO NA CAMADA DE OZÔNIO.
Muitas pessoas sequer sabem o que realmente isso significa, acham que é só mais um entre tantos problemas ambientais, mas considero o buraco na camada de ozônio um assunto muitíssimo delicado que merece e muito a atenção e a colaboração de todos. A camada de ozonio tem como papel principal impedir que os raios ultra-violetas cheguem com força máxima a Terra.
Para quem não sabe o buraco na camada de ozônio é resultando da emissão de gases. O mais conhecido se chama CFC (clorofluorcarbonos); Eles são utilizados como solventes orgânicos, gases para refrigeração (SUPER PROBLEMA), gases propulsores em aerossóis e recipientes descartáveis, entre outros. Afetam a camada de da seguinte maneira: uma vez emitidos, eles se misturam com a atmosfera e flutuam até a estratosfera onde a radiação dos raios ultravioletas rompe suas ligações químicas. Então, liberam cloro e brometo, que contribuem para a destruição das moléculas de ozônio. Atualmente, o desgaste do ozônio se dá a um ritmo maior do que sua regeneração natural ( calcula-se que o gás demore de 50 a 65 anos para se dissolver).
Conforme a figura do começo do texto, a degradação da camada de ozônio vem fazendo com que os raios Ultra-Violetas (UV) cheguem cada vez com mais força a Terra, o que pode e trará consequências gravíssimas a nossa saúde em um futuro não distante, como câncer de pele por exemplo.
Em 1990 com o Protocolo de Montreal o Brasil assumiu o compromisso de diminuir a emissão de CFC na atmosfera. A notícia mais recente que encontrei foi que a maior parte das indústrias já estão livres do CFC e que diminui-se a emissão desses gases em 95%.
Por que então o buraco na camada de ozônio não para de crescer? A resposta é fácil; Por que os maiores emissores são os país mais desenvolvidos (EUA, CHINA e etc.), aqueles que se preocupam mais com o dinheiro do que com a 'vida' propriamente dita.
...continua.
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